
Adentrando novos capítulos, muito se foi passado. Ultimando vítimas dos dias nada mais restou... além do Óbvio, O desejo. Ir além do alcance, escrever uma canção que seja aquela que diz o quer se quer ouvir. Acredito que tudo já existe basta eu achar, é como um problema de matemática, tenho que continuar tentando achar a solução, numa receita espetacular basta que junte as coisas da maneira certa... Na vida... Na vida tão somente de logo, esta cação será feita. Pois, além do desejo, do desperar efêmero existem luzes artificiais. Poxa, todos os caminhos planejados foram burlados por uma especie de máquina especialista em dar reviravoltas... fico perplexa com esta máquina e como ela gosta de me usar de experimento. Se bem que assim, não há monotonia. Há a mudança cosntante, as paredes do quarto são pintadas várias vezes com cores, desenhos e texturas diferentes. Em intervalos relativamentes reduzidos. Nem é mais o mesmo quarto. O que será que ainda concerva da pintura original? O que será que ele vai adicionando a cada mudança? Aonde será que isto ACABA?