domingo, 15 de novembro de 2009

CLAROS OLHOS...

Uma viagem ao sono que acorda para o sonho em sinônimos dormidos para a vida. A acusam de nunca vê a trivial rotina dilatada em ledos enganos. Mas escolha é uma síntese. O ócio é a afirmação do querer contrário. Sentidos os sentimentos da injustiça sobre a alma num contexto moderno... onde a música e o subdesenvolvimento me fazem com os olhos claros querer clarear nova ordem. Assim, todos que dançam enxergariam o que não importa para o mundo... O cheiro da noite "cola". Na negra dança a escuridão real do mar também "cola". Lá crianças cheiram "Cola". E é só isso... Mas vêem e não enxergam... Entretanto... minha cabeça está calada de dor já que meu coração é só uma bomba muscular prestes a explodir um jogo cênico de adulto vestido de branco. Não é como a nau quebrada daquela época... Mas uma epopeia frustrada em uma mitológica felicidade... E daí jorram... Espero que toda essa evolução lixo recicle olhos cegos e os transformem em claros...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Meu desesperar efêmero...

Nau atravessada
Brinquedo repartido
Sistema afável
Amor fugitivo
Sem pé nem cabeça
Sem mãos nem pescoço
Sem dor sem temor
Constante ardor...

Alucinação endógena,
Intrínseca, Idiossincrasia.
Mas o querer impera
E a razão padece
A lucidez se vai
O amor recai
A dor estremece...

E agora quem és?
E agora quem sou...?
A nau já dirá,
O tempo realçará,
O sol mostrará
A vida a retirar
A chuva sombria.
Meu desesperar efêmero...

Sem prosa ,sem nexo...
Sem métrica, com réplica...
Quanta dor que finge não sentir
Animal desesperado...
Esta é a tua saída
Esta é tua sobrevivência...
E isto me faz humana.
É assim o “monólogo da loucura sobre a razão”
Catalisa as emoções.

Princípio Inanimado

Configurações de desordens criativas. Essas desordens são os meus incomodos cotidianos, que há anos pertubam minha esquiisofrênica razão. Lanço mão de mim mesma e me rendo ao monstro (De logo, doce e sutil) para poder devanear a minha realidade. Tendo em vista que a base é o contraponto e a desordem vai orientar e extremecer as lágrimas que o tempo faz florescer.
Assim sendo, como não deixar de lado as futilidades necessárias e mergulhar nos karmas do meu signo. Sim, é dificil me entender... Mas a proposta não essa.